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Feijoada do "Catarina"

Postado por Educação Ativa sexta-feira, 8 de julho de 2011


Hoje para nossos leitores, a feijoada do "Catarina"ou do"Catarinense".
A maioria dos restaurantes, prefere serví-la no inverno, afinal uma receita assim tão "pesada" não cai muito bem no verão, apesar de isso não impedir que alguns verdadeiros "heróis" a consumam na mais quente das estações.
Feijoada!!!!!
Impossível não ligá-la a cultura Brasileira e a antiga ideia, de que nasceu em meio as
senzalas e a  escravidão.
Porém, alguns historiadores rebatem esta ideia.
Segundo eles a nossa "feijoada", seria na verdade uma versão mais encorpada, de uma antiga receita Portuguesa, preparada até hoje na  região de Trás os montes.
Mesmo não sendo preparada com o nosso famoso feijão preto, os historiadores ainda acreditam, que essa mesma receita Portuguesa, tenha algum tipo de ligação com a criação da "cassoulet" Francesa  preparada com feijão branco, da "casserola" Italiana e do "cozido madrilenho" Espanhol, preparados com grão de bico.
Assim que chegaram, os Portugueses trouxeram hábitos alimentares da terra natal e entre eles o de preparo da receita, introduzindo a alimentação aos escravos, que ao contrário do que sempre pensamos, não comiam tão mal assim.
No Brasil, acreditam que realmente os escravos chegaram a preparar algo parecido, e não somente eles, mas também os nobres, pois acreditam que alguns dos ingredientes usados na época (fígado, língua, rim e tripas  de porco) eram consideradas iguarias pela nobreza.
Acreditam os historiadores, que por serem a "base da economia", os escravos não poderiam ser mal alimentados, pois isso lhe causaria prejuízos.
Mas foi no século no final do século XIX, que a feijoada como a conhecemos hoje, se tornou famosa.
Tudo graças ao "Mestre Lobo", proprietário do G.lobo, famoso comércio da rua General Câmara, que mais tarde foi fechado.
Outra cozinheira que se tornou famosa pelo seu preparo e ajudou a receita a se popularizar em todo o Brasil, foi "Tia Ciata", mãe de santo e grande conhecida no meio folclórico carioca do início do século XX.
Depois de tanta informação, só nos resta preparar uma bela feijoada, aqui para 70 pessoas, o que é um número razoável de preparo.
se precisar diminua, ou aumente a quantidade conforme o número de pessoas, 
Bom apetite!


Feijoada para 70 pessoas.



Ingredientes: (carnes)
  • 4,5 kg de charque (carne seca)
  • 1,5 kg de torresminho (opcional)
  • 2,5 kg de costelinha suína ripa frescal
  • 2,0 kg de costelinha suína ripa defumada
  • 2,5 kg de paio
  • 2,5 de linguiça mista defumada
  • 2,5 kg de calabresa
  • 2,5 kg de lombo suíno 
  • 2.5 kg de lombo suíno defumado
  • 1,5 de orelha de porco (limpa)
  • 1,0 kg de rabo de porco
  • 2,5 de pé de porco (cortado em 4 partes verticais)
  • 5,0 kg de bisteca fina (mais ou menos 80 gr ou 70 pdçs)
  • 1 ovo por pessoa
Ingredientes: (acompanhamentos)
  • 2 kg de couve-mineira (em finas fatias)
  • 2 kg de farinha de mandioca
  • 1 banana por pessoa para fritar (empanadas com farinha de rosca)
  • 10 kg de feijão (escolhido e lavado)
  • 1 mç salsinha (picada)
  • 1 mç de cebolinha (picada)
  • 1 kg de cebola (picada)
  • 100 gr de alho (triturado)
  • sal
  • 200 ml de  vinagre (para a couve)
  • 900 ml  de óleo de soja (para as frituras)
Preparo:
No dia anterior, escolha o feijão, lave-o e coloque de molho.
Coloque o charque de molho em água, e troque de 6 em 6 horas.
Coloque uma panela de água para ferver, e dê uma leve fervida nas linguiças.
Em seguida coloque o charque e os defumados, nesta mesma água,  para retirar um pouco do sal.
Coloque 7 kg de feijão para cozinhar separados, sem carne, só com a metade do alho e cebola picados.

Nos outros kg coloque para ferver, primeiro  a charque  até cozinhar, depois os defumados
as linguiças e por último os miúdos (orelha, pé e rabo).
Assim que as carnes estiverem frias, corte-as de acordo com o número de convidados.
Misture  o feijão das carnes, com o feijão sem carne.
Acerte o sal, junte o restante do alho e cebola picados e já refogados,e separe um pouco deste feijão para o caldinho.
Por último, junte as carnes, espere levantar fervura e junte o cheiro verde (salsinha e cebolinha).
Sirva com, bisteca frita, ovo frito, arroz branco, aipim frito, couve refogada e farinha, além é claro de saladas frescas (repolho, alface, tomate).
Como sobremesa laranja


Argumentação e texto: Wanderchef      

Tom Collins cocktail

Postado por Educação Ativa terça-feira, 5 de julho de 2011



Sobre a história por tráz da  criação do "Tom Collins cocktail"existe uma romântica e até poética história.
Conta-se que a criação é de um barman chamado John Collins, que no ano de 1890 trabalhava no hotel Limmer`s.
A quem quisesse experimentar o caquetél, propunha algo inusitado... recitava lindos versos de poetas do Reino Unido.
Não se sabe ao certo, se a bebida se popularizou por causa dos poemas ou da então, desconhecida "mistura", oferecida por Collins.
Conta-se ainda que naquele tempo, o gim elaborado no Reino Unido, obedecia ao processo Genever ou Holandês de fabricação e uma das marcas mais consumidas, tinha o nome de "Old Tom", de onde se acredita emprestou-se uma parte do nome do novo cocktail.
Porém os menos românticos Americanos rebatem essa história, dizendo que já no ano de 1878, servia-se em Nova Yorque, uma bebida com o mesmo nome, e citam como prova um livro lançado neste mesmo ano, onde já aparecia a receita.
O nome do livro era "The modern bartender's guide" ou o guia do bartender moderno.
Romantismo ou ceticismo, o importante para nós é a receita, por isso vamos a ela.


Ingredientes:

  • 40 ml de gim
  • 30 ml de suco de limão
  • 80 ml de água com gás
  • 1 colher (chá) açúcar
  • gelo
  • casaca de 1 laranja
  • 1 cereja (com talo)
Preparo:
Misture  o limão,o gim e o açúcar em uma coqueteleira. 
Encha um copo Collins com gelo, despeje a mistura da coqueteleira e complete com água com gás.

Argumentação e texto: Wanderchef                                                                                                                                                                                    

Margarita cocktail

Postado por Educação Ativa domingo, 3 de julho de 2011



Não são poucas, as histórias em torno da verdadeira origem da, ou do  Margarita, e também da forma como se tornou tão popular e conhecida em todo o mundo.
Mas a maioria dos apreciadores deste coquetél  preferem ligar a sua criação a mais romântica das explicações, ambientada no México de 1948.
Segundo eles, uma socialite americana radicada na região de Acapulco, foi confrontada com a ideia de servir em sua casa noturna uma nova criação, digna de ser apresentada ao paladar refinado dos famosos frequentadores, entre eles..........Lana Turner, Fred Mac Murray, Nick Hilton, John Wayne, entre outros famosos Hollywoodianos.
Margarita Sames, não teve dúvidas.....
Decidiu-se em oferecer aos seus famosos clientes, uma "mistura" que habitualmente preparava para si.
A mistura não poderia ser outra, Tequila (bebida Mexicana, preparada com um destilado a base  de agave azul) e Triple Sec, provavelmente Curaçau (bebida Caribenha, preparada com um destilado a base de  cascas de laranja), ou Cointreau, adicionando ainda, suco de limão e sal lardeando a borda do copo.
O sucesso foi tanto, que a receita acabou se tornando conhecida, e preparada por todos os barmens da região, e em homenagem a criadora, o coquetél recebeu seu nome.
Mas a verdadeira prova, de que aquele drink, não foi uma criação comum, aconteceu após a copa do mundo de 1970, quando os seus apreciadores espalharam a receita, aos quatro cantos do mundo.
Vamos então ao preparo da nossa receita.


Ingredientes :
  • 40 ml de Tequila 
  • 20 ml de Curaçau ou Cointreau
  • 10 ml de suco de limão
  • sal
  • gelo
Preparo:
Junte a Tequila, o Cointreau e o gelo em uma coqueteleira, e mexa bem.
Circunde a borda de uma taça,de preferência short drink, com a polpa de um limão.
Coloque um pouco de sal em um prato, e passe a borda da taça neste sal, formando assim uma crosta de sal e limão, ao redor da borda.
Coe a mistura, despejando-a dentro da taça e está pronto seu coquetél.



Argumentação e texto: Wanderchef              

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